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Os Presidentes da AEAARP

A Associação de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Ribeirão Preto (AEAARP) é uma entidade sem fins lucrativos fundada em 8 de abril de 1948 por um grupo de profissionais liderados por Guilherme de Felippe, que foi seu primeiro presidente. Uma das primeiras atuações da entidade foi participar dos debates sobre o Código de Obras do município, promovidos pela Câmara Municipal. Nas décadas seguintes a entidade participou de importantes discussões para a cidade e para os profissionais que representa.

 

Presidentes da AEAARP

 

Guilherme de Felippe
Gestão 1948 - 1950
Em 8 de abril de 1948 foi fundada a Associação dos Engenheiros. A entidade, que mais tarde receberia o nome de AEAARP-Associação de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Ribeirão Preto, nasceu pelo esforço de Guilherme de Felippe e um grupo de profissionais, sendo a maioria composta por engenheiros agrônomos. As outras áreas profissionais – arquitetura e urbanismo e engenharia – eram raras naquele tempo, com excessão da engenharia civil. O primeiro presidente não era graduado. Havia se especializado em engenharia-sacra e tinha cursos na Itália, Sob o comando de Felippe, a entidade pautou seu trabalho por desenvolver ações que promovessem o reconhecimento do profissional. Um dos marcos do trabalho da primeira diretoria foi instituir uma tabela de honorários.

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Francisco Cláudio Innecchi
Gestão 1950 – 1952
O Engenheiro civil foi diretor do Departamento de Obras e Serviços Particulares da Prefeitura Municipal. Foi um dos fundadores da Associação.
Nessa época, a entidade ainda não tinha sua sede e, então, os associados reuniam-se na Casa da Lavoura, ou em bares da cidade. E locais como o Palacete Innecchi, ou menos sofisticados, como subsolos de prédios em construção, também abrigaram muitas reuniões.

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Paulo Araújo Alvim
Gestão 1952 – 1954
O terceiro presidente foi o engenheiro civil Paulo Araújo Alvim. Eram os primeiros anos da entidade, também eram poucos os associados. As reuniões eram realizadas em casas de conhecidos, bares ou mesmo em espaços em obras ainda em construção. Há informações de que ele trabalhou para “congregar” os colegas junto à Associação.

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Antônio Nogueira de Oliveira
Gestão 1954 – 1956
Este foi o quarto presidente da entidade. Nasceu em 1914, no município vizinho de Batatais. Engenheiro agrônomo, foi político, filiado ao PDC, e elegeu-se vereador para a legislatura que seria de 1º de janeiro de
1956 a 31 de dezembro de 1959. Porém, faleceu em um acidente automobilístico, em 8 de junho de 1956. Também batalhou para reunir a classe na Associação.

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Cassio Pinheiro Gonçalves
Gestão 1956 - 1958
Arquiteto, trabalhou para reativar a Associação, que ainda não tinha sede.
“As reuniões eram em um bar na rua São Sebastião, com quatro ou cinco associados ativos”, diz o ex-presidente, contando que nesses encontros discutiam sobre as obras em Ribeirão Preto e incentivavam os colegas a participarem da entidade “que estava desaparecendo”, lembra. “Alugamos uma sala na rua Tibiriçá e nosso argumento para congregar os colegas era a defesa da classe e a luta para que a Associação participasse mais dos problemas da cidade”.

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Walter José Ragazzi
Gestão 1958 - 1960
Engenheiro civil, continuou o trabalho de seu antecessor, lutando para reunir associados e ampliar o quadro de profissionais participantes da entidade. Nessa época, a Associação começou a “tomar corpo”, lembra Cássio Pinheiro Gonçalves.

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Manoel Carlos de Soutello
Gestão 1960 - 1962
Foi professor do Mackenzie, destinou esforços para ampliar o quadro de associados e tornar a Associação mais influente na cidade, abrindo canais para que ela tivesse voz junto à Prefeitura Municipal.

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Jean Chartier
Gestão 1962 - 1964
Continuou o trabalho dos antecessores e, segundo Cássio Pinheiro Gonçalves, depois dele, a entidade “ganhou corpo e já contava com 50 ou 60 associados mais ou menos”.

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José Braga de Albuquerque
Gestão 1964-1966
Nesta época, as reuniões da Associação aconteciam, muitas vezes, em um edifício que estava em construção no centro da cidade. E os associados sentiam a necessidade de adquirirem um espaço para a sede própria da Associação. O trabalho de congregar novos associados continuava.

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Donato Fráguas
Gestão 1966-1969
Engenheiro civil e de segurança, trabalhou na Fepasa. O Edifício Padre Euclides, onde seria a futura sede da entidade, também estava sendo edificado. “Eram 15 ou 16 pessoas em cada reunião e nosso maior compromisso era a compra da sede”, conta o ex-presidente, que hoje reside em Campinas.
“Apesar de poucos, eram muito ativos”, diz o ex-presidente. Na época, foi inaugurada a avenida Mogiana e a cidade já tinha várias favelas. “A Prefeitura já nos consultava para saber nossa opinião técnica sobre seus projetos e nós nos preocupávamos em colaborar com as discussões dos problemas locais”, lembra.

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Décio Carlos Setti
Gestão 1969-1971
A Associação ainda contava com poucos associados – cerca de 50 a 60 profissionais. Ainda assim, durante esta gestão, foram inauguradas três salas no Edifício Padre Euclides para a sede da entidade. “Conseguimos pagar todas as dívidas da Associação e também equacionar a dívida da compra da sede”, lembra o engenheiro Décio Carlos Setti. As discussões da diretoria tinham na pauta o exercício ilegal da profissão, a questão salarial, o plano viário etc. Uma das brigas “compradas” pela Associação foi com a Prefeitura Municipal para que os engenheiros contratados pelo município recebessem o piso salarial.
“Houve também uma grande luta para que trouxéssemos a Inspetoria do CREA para Ribeirão Preto – e isso aconteceu nos primeiros anos da década de 1970”, ressalta o ex-presidente. Segundo ele, a entidade continuou a se preocupar com os problemas da cidade e “em 1966 já discutia o que viria a ser o COMUR-Conselho Municipal de Urbanismo”, na época denominado Comissão de Urbanismo e Habitação, criado somente na década de 1980.

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Luiz Gonzaga Chaves
Gestão 1971-1973
Engenheiro civil autônomo, foi também professor universitário. Trabalhava com estruturas metálicas. Faleceu em dezembro de 1991. O engenheiro Donato Fráguas lembra do amigo: “O Luiz Gonzaga Chaves, que foi presidente em 71, fazia um grande trabalho de aproximação com a Prefeitura. Nós queríamos que a Associação fosse consultada para dar sua visão sobre questões da cidade”.

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José Antonio Barbosa
Gestão 1973-1976
Engenheiro arquiteto, formado pela Universidade Federal de Minas Gerais, em BH, José Antonio Barbosa é natural de Franca. Vive em Ribeirão Preto e, como todos os demais ex-presidentes que falaram à Painel, lembra que os dirigentes da Associação trabalhavam muito para conquistar novos associados e para aproximar a entidade da Prefeitura Municipal, colocando à disposição dos governantes locais o conhecimento técnico dos associados para a discussão das políticas de urbanização do município. “Para trazermos novos associados, argumentávamos que era importante fortalecer a Associação para que ela tivesse um peso cada vez maior na sociedade e, desta forma, conseguíamos sempre um novo colega”, conta.

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Durval Soave
Gestão 1976-1978
Arquiteto, formado pela FAU-USP em 1962, fez pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho. Teve participação ativa na AEAARP. Foi membro do Conselho Deliberativo de 1993 a 1997 e foi inspetor do CREA por duas vezes.

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José Augusto Corsini Monteiro de Barros
Gestão 1978-1980
Engenheiro mecânico, assumiu a presidência com 27 associados com pagamento de anuidade em dia e, ao final do mandato, contabilizava cerca de 360 nomes.
Mudou o Estatuto da então Associação dos Engenheiros, que passou a ser Associação de Engenheria, Arquitetura e Agronomia de Ribeirão Preto, e deu uma nova configuração à diretoria “bem próxima do que é hoje”, criando as diretorias de Arquitetura, Engenharia e Agronomia, além do Conselho Deliberativo. Lançou também o Prêmio “Engenheiro do Ano”, em parceria com a Cohab, que patrocinava a premiação. Maomé Cozac foi o primeiro premiado e o segundo foi o criador José Augusto Corsini Monteiro de Barros, que já não era presidente quando foi reconhecido. Assinou convênio com a Unimed – “o primeiro convênio que a cooperativa firmou com uma entidade de classe na cidade”, diz. Ao final do mandato, estava fundada a Federação das Associações de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado de São Paulo e que teve como presidente por dois mandatos consecutivos o próprio engenheiro José Augusto Corsini Monteiro de Barros. “Graças a isso, a AEAARP passou a ter efetiva participação junto à classe em nível estadual”, diz.

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José Aníbal Laguna
Gestão 1980-1982
Quando foi diretor de Comunicação do ex-presidente José Augusto, Aníbal Laguna entendeu que o Jornal Painel era uma importante ferramenta de comunicação e integração e tratou de trabalhar por ele. Correu atrás de patrocínios e ajudou o jornal a crescer. Na época, lançou o projeto Gama que tinha como objetivo principal a valorização do profissional por meio do uso da Caderneta de Obras, além disso, previa maior fiscalização das obras na cidade e outros meios que tinham como fim a limitação do trabalho de leigos.
“O projeto Gama foi recebido com muita resistência pela sociedade, especialmente na Câmara Municipal. Um vereador trabalhou fortemente para derrubá-lo e conseguiu”, lamenta Laguna. Segundo ele, “os vereadores julgavam que o projeto provocaria aumento do custo da construção na cidade, mas ele dava segurança à construção e, além disso, contemplava o lado social, pois previa doação de plantas para obras abaixo de 50 m2”, explica.
Para Laguna, sua administração teve como saldo positivo o maior participação dos associados na entidade. “Não sei qual foi o grande motivo, mas acho que cativamos o pessoal com energia”, resume.

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José Augusto Corsini Monteiro de Barros
Gestão 1982-1984
Ao final do mandado, estava iniciando as obras de terraplanagem para a construção da atual sede da AEAARP. Com a FAEASP em pleno funcionamento, e sendo seu presidente, passou a ter acesso direto ao CREA e conseguiu aprovar o processo de registro da AEAARP junto ao Conselho. Assim Ribeirão Preto passou a ter conselheiros no CREA. “O primeiro conselheiro foi o engenheiro Carlos Eduardo Epaminondas França e indiquei por telefone”, conta.
“Conseguimos também aprovar um projeto na Câmara Municipal que determinava que todos os projetos que tratassem de questões técnicas fossem encaminhados para receberem o parecer da AEAARP; hoje não é mais assim”, lembra. Segundo o ex-presidente, ao final do mandato, a entidade já somava quase 1.000 associados e os jantares em comemoração ao Dia do Engenheiro já reuniam mais de 400 pessoas. “O convênio para atendimento médico que firmamos e a própria atuação junto ao CREA ajudaram muito a alavancar esse número”, analisa.

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Cleder Corral Provencio
Gestão 1984-1986
Engenheiro eletricista, trabalhou para incrementar o quadro de associados.
Em sua gestão, foi iniciada a obra de construção da sede da Associação na rua João Penteado. Foi conselheiro e diretor do CREA.

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Marcos Vilela Lemos
Gestão 1986-1988
Engenheiro Agrônomo, ocupou diversos cargos na Diretoria e Conselho da AEAARP. É Conselheiro no CREA-SP, tendo sido diretor administrativo em 2007.
Atualmente é presidente do Conselho Deliberativo da AEAARP. Em sua gestão pautou seus trabalhos com o objetivo de integrar e ampliar o quadro de associados, promoveu a participação na entidade, tendo neste período implantado a quadra poliesportiva com o intuito de possibilitar aos associados práticas esportivas e maior integração em sua sede. Neste período, trabalhou para que em Ribeirão Preto fosse implantada a Delegacia Regional do Sindicato dos Engenheiros, onde a AEAARP abrigou inicialmente as primeiras diretorias. Durante sua gestão a AEAARP trabalhou muito para que fosse criada a Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente, o que ocorreu no final do Governo João Gilberto, mas somente com Secretaria Municipal do Meio Ambiente.

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Juarez Correia Barros Junior
Gestão 1988-1990
A gestão caracterizou-se pela continuidade de três frentes de ação “muito bem iniciadas pelas gestões dos presidentes Clever Corral Provencio e Marcos Villela Lemos de quem fui, respectivamente, tesoureiro e vice-presidente”, explica o engenheiro Juarez Correia Barros Junior, que foram: a consolidação da nova sede própria que recebeu como complemento um espaço externo para confraternização dos associados, conhecido como “quiosque” e doado por aquele que viria a ser mais tarde presidente da entidade, o engenheiro José Batista Ferreira; o fortalecimento da ação da Associação junto ao Crea-SP, ao Sindicato dos Engenheiros e à Federação das Associações de Engenharia; e a consolidação de fontes de arrecadação, seja buscando a redução da inadimplência que, segundo o ex-presidente, atingia à época um patamar superior a 25%, seja tornando mais atrativo o convênio-saúde, seja ainda promovendo inúmeros encontros de associados e seus familiares em animados churrascos e bingos, com renda revertida para obras de ampliação. “Vale lembrar que com a introdução das câmaras técnicas promovemos inúmeros eventos técnicos voltados para áreas específicas de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, tendo com resultado um aumento expressivo do número de associados”, conclui.

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Helton Figueiredo de Oliveira
Gestão 1990-1992
A posse de Helton Figueiredo de Oliveira na presidência e sua diretoria coincidiu com o início do governo do ex-presidente Collor. “Diante da nova realidade do país, definimos, junto com a diretoria, priorizarmos três pontos em nossa gestão: melhoria e profissionalização da gestão administrativa e financeira, ampliação do quadro social ativo e aumento de nossa participação comunitária. Com a colaboração e apoio do Conselho Deliberativo, tivemos sucesso em nossas ações. Do lado administrativo e financeiro, pela primeira vez em nossa história, a AEAARP tornou-se auto-suficiente, gerando recursos suficientes para sua expansão e crescimento sustentado”, diz o engenheiro.
Em termos de associados, segundo ele, a entidade passou de cerca de 200 associados ativos para, após dois anos, mais de 1.200 associados contribuintes. “Por fim participamos e reativamos em nossa gestão de diversos conselhos comunitários, como os Conselhos Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente, da Fundação Pólo de Alta Tecnologia de Ribeirão Preto, do Conselho Fiscal da COHAB entre outros”.

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Antonio Gilberto Pinhata
Gestão 1992-1994
Pinhata enumera três pontos importantes em sua gestão. O início da segunda fase das obras na sede da AEAARP que se seguiram até a cobertura do prédio.
O aumento do número de associados – de 311 para 1.680 aproximadamente –, trabalho encabeçado por Paulo Pinho. “Com o aumento do número de associados da UNIMED e o fluxo de caixa advindo desta situação, foi possível acelerar as obras de construção”. Por fim, “nós pedimos e o prefeito da época, Welson Gasparini, criou o COMUR e, além disso, discutimos a ampliação do aeroporto, inclusive com vereadores locais; tivemos uma imensa participação na discussão do poliduto e trouxemos toda a cúpula ambiental da Petrobras para uma audiência pública, a primeira da história da nossa cidade, com a participação de mais de duas centenas de pessoas; demos início às palestras e cursos, hoje ampliados com sucesso; lançamos a idéia do coral da AEAARP, proposto pela maestrina Regina e instalado na gestão seguinte; criamos junto à Prefeitura vários modelos de plantas populares que até hoje são distribuídas gratuitamente à população carente; assinamos convênio com a Prefeitura em que o engenheiro destacado pela AEAARP acompanhava estes processos de plantas populares junto aos moradores e recebia para isso, colaborando assim não só com o aprendizado, mas sobretudo com os engenheiros que não tinham trabalho; participamos efetivamente de gestões junto ao CREA que possibilitaram a colaboração do órgão junto a AEAARP, inclusive financeiramente; nossa sede foi palco de lançamentos de candidatos vitoriosos ao CREA e FABARP; apresentamos proposta ao Executivo municipal para o pagamento do salário mínimo exigido pelo CREA para os engenheiros da Prefeitura e fomos atendidos pelo prefeito, sendo Ribeirão Preto a segunda cidade do país a realizar tal procedimento, após a capital São Paulo, entre outros tantos”.

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Genésio Abadio de Paula e Silva
Gestão 1994-1996
Por duas vezes presidente da AEAARP, Genésio Abadio de Paula e Silva - “mineiro graças a Deus” - como ele próprio gosta de lembrar, voltou de Piracicaba em 1960, onde estudou agronomia na Escola Superior de Agricultura Luis de Queiróz. Iniciou sua carreira profissional na Divisão de Sementes da Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo, em Ribeirão Preto, e já nesse mesmo ano começou também a freqüentar a AEAARP. Assim, durante mais de quatro décadas vem participando das diferentes fases da Associação, desde aquelas em que ele precisava sentar num banquinho, em espaços emprestados, para discutir assuntos do interesse das classes com outros associados – pois não contavam com um local próprio – às primeiras reuniões nas salas do Edifício Padre Euclides, quando todos precisavam comprar rifas para custear a nova sede própria. Genésio gosta de ser lembrado por algumas conquistas, como a de ter ajudado a concluir a segunda fase das obras da sede atual. E, ainda, a participação em uma negociação com uma prestadora de serviços médicos que beneficiou mais de 4.000 associados. Sempre próximo às questões da agricultura e do ambiente, o engenheiro agrônomo tem atuado, por muito anos, como funcionário público estadual e municipal. Atualmente é diretor da Associação Rural e do Sindicato Rural de Ribeirão Preto, vice-presidente do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural e vice-presidente no exercício da presidência do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Pardo. Em maio de 2008 foi escolhido para assumir a Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Ribeirão Preto.

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José Batista Ferreira
Gestão 1996-1998
Em sua gestão, e mesmo antes dela, José Batista Ferreira lembra que sempre defendeu que a AEAARP fizesse uma política embasada na ética e competência técnica dos profissionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia. “Propus, para isso o ‘tripé’: 1. conquistar um espaço físico que espelhasse nossas profissões; 2. praticar na entidade uma gestão empresarial seqüenciada, independente das diretorias, e 3. estimular o convívio freqüente, do estudante aos mais experientes, num ambiente simples e acolhedor. O vetor resultante seria o surgimento de ‘lideranças políticas’ que contribuiriam com ações efetivas para o cumprimento da nossa missão de estimular a gestão púbica continuada da cidade”, resume. Na época, foi formada na AEAARP a primeira turma de Gerentes de Cidades do Brasil, no inovador curso de pós-graduação da FAAP. “Desde o início das minhas vivências na nossa AEAARP, senti necessidade de influenciarmos com idealismo na gestão pública da cidade. Temos avanços neste sentido, mas ainda é necessária a conscientização iniciando por transformar a entidade num ambiente fraterno de profissionais colegas e amigos que convivam sem preconceitos, com ideais coletivos tendo como base, o diálogo”, conclui.

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Helcio Elias Filho
Gestão 1998-2000
Engenheiro civil, com especialização em Qualidade e Teologia, pós-graduação em Gestão Empresarial, ex-diretor e conselheiro da AEAARP. É diretor de Engenharia da Jabali Aude Construções. Durante sua gestão, mensalmente os associados recebiam a prestação de contas para tomarem conhecimento da saúde financeira da Associação. Desta forma, segundo Hélcio, a AEAARP dava satisfação do que fazia e apresentava liquidez nas contas. Também na sua gestão foram realizadas exposições culturais apresentando obras de pinturas e esculturas dos profissionais associados. Na época, o então presidente contratou um Instituto de Pesquisas que levantou as opiniões e sugestões dos associados para subsidiar discussões e planejamento de ações da AEAARP.

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Luiz Eduardo Siena Medeiros
Gestão 2000 - 2002
A marca da gestão do arquiteto à frente da AEAARP foi a promoção de importantes debates e de exposições, inserindo questões técnicas e artísticas na ordem do dia da Associação. As realizações foram marcadas, segundo o ex-presidente, pelo relacionamento e coletividade dos associados que foram atraídos para a AEAARP, pois se identificaram com as questões de relevância que estavam sempre em debate. A atuação de uma equipe grande e coesa possibilitou, entre outras coisas, debater o papel dos conselhos municipais e regionais, o que favoreceu o fortalecimento da AEAARP perante o CREA-SP e o CONFEA. O ex-prefeito do Rio de Janeiro e arquiteto, Luiz Paulo Conde, ministrou palestra para os associados sobre a organização da cidade neste período.

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Genésio Abadio de Paula e Silva
Gestão 2002 - 2005
Presidente da AEAARP em seu segundo mandato, o engenheiro agrônomo Genésio Abadio de Paula e Silva marcou a nova gestão com ações de valorização profissional. Continuou defendendo a participação ativa dos profissionais na Associação. Uma ação importante que marcou o período, foi a negociação com uma prestadora de serviços médicos para atender mais de 4.000 associados, contrato este importante para a AEAARP.

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Wilson Luiz Laguna
Gestão 2005 - 2007
Ele ingressou na AEAARP em 1972 e desde aquele ano teve atuação destacada na entidade. Como presidente, dedicou-se para que a AEAARP fosse inserida nas discussões acerca dos rumos da cidade e instituiu o Fórum Permanente de Debates “Ribeirão Preto do Futuro”. Em fevereiro de 2006, tomou posse como secretário de Planejamento da Prefeitura Municipal e os debates do Fórum influenciaram diretamente a revisão do Plano Diretor naquele ano. Os trabalhos iniciais do Fórum levaram a entidade a firmar parcerias com outras entidades de Ribeirão Preto e com Associações de Bairro, que promoveram audiências públicas para debater os temas que envolvem a organização urbana e infra-estrutura e influenciaram diretamente na elaboração das Leis Complementares do Plano Diretor (Lei do Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo, Lei do Código de Obras, Lei do Plano Viário e a Lei do Mobiliário Urbano), sendo que as três primeiras foram aprovadas após 35 anos de discussões.

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Roberto Maestrello
Gestão 2007-2009 2009-2011
Seu primeiro mandato é marcado por profundas modificações físicas na sede da
AEAARP: o salão de festas foi totalmente reformulado, o antigo American Bar deu lugar a um charmoso Espaço Gourmet e a área externa foi ocupada por um deck, que ampliou a área social. Pela intensificação da participação da Associação tanto no CREA como na FAEASP e na Unacen, nesses anos a AEAARP reconquistou o direito de ter mais um conselheiro no CREA-SP. Além disso, foi implantado um sistema de gestão profissionalizada na sede, otimizando serviços e recursos, além de ampliar a prestação de serviços aos associados.
Sob seu mandato foram feitas a 1ª e 2ª Semana da Agroenergia, a 1ª e 2ª Semana do Meio Ambiente e a 1ª Semana de Engenharia. Intensificou e reformulou os Convênios com significativos ganhos ao associado.

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